segunda-feira, 2 de abril de 2012
16:58 Tecnicon A Tecnologia da informação evoluiu rapidamente e, em menos de três décadas, deixou de ser aplicada apenas pelas grandes multinacionais. Hoje, pequenas e médias empresas também possuem essa necessidade que se apresenta tão essencial quanto a própria energia elétrica. Na Europa ou nos EUA, por exemplo, quando se instala uma nova empresa, uma das prioridades é adquirir o ERP, o hardware e a estrutura de TI para comportá-los. Essa tendência está chegando também na América Latina. Com o Estado à frente das organizações, as exigências na gestão aumentaram através da TI, com a implementação da NF-e, dos livros fiscais e contábeis eletrônicos. O mesmo acontece no setor privado. As multinacionais necessitam certificação com variadas regulamentações de qualidade, com total integração e excelência na gestão em todo seu processo produtivo, administrativo, financeiro, fiscal e de recursos humanos. Esta exigência está sendo levada a seus fornecedores como condição de continuarem sendo seus clientes. Trata-se de um panorama próspero, porém desafiador e, levando a personalização do atendimento por parte das empresas fornecedoras de TI, que devem explicar para seus clientes quais são as alternativas que não estão enxergando. Dessa forma, é possível ter um foco maior na gestão e nos diferencias competitivos do cliente, além da própria tecnologia à ser aplicada. O Futuro da TI está mudando o conceito para o Futuro da Gestão Estratégica nas Empresas Aplicadas à Tecnologia. Nas multinacionais, a figura do gerente de TI está desaparecendo ou se adequando à uma nova realidade mais estratégica, que deverá ser aplicada como diferencial tecnológico. Agora, o responsável pelo setor precisa ter em mente respostas que justifiquem as dúvidas de diretores e investidores: Qual será o futuro e como os aplicativos da Internet afetarão os negócios e os mercados nos próximos cinco anos? Se adquirirmos empresas com outra base tecnológica, podemos atingir os resultados esperados? De que maneira as redes sociais afetarão os negócios no futuro? Como podemos nos diferenciar através dos recursos humanos e como as ferramentas e aplicativos tecnológicos nos ajudarão? Que impacto terão os nossos planos de crescimento? A capacidade produtiva, sem ser integrada aos sistemas de nossos fornecedores, poderá interferir em nossa estratégia? Não podemos dizer com certeza qual será o futuro da tecnologia, em detrimento, devemos estar preparados para a estratégia e para a gestão.
A Tecnologia da informação evoluiu rapidamente e, em menos de três décadas, deixou de ser aplicada apenas pelas grandes multinacionais. Hoje, pequenas e médias empresas também possuem essa necessidade que se apresenta tão essencial quanto a própria energia elétrica. Na Europa ou nos EUA, por exemplo, quando se instala uma nova empresa, uma das prioridades é adquirir o ERP, o hardware e a estrutura de TI para comportá-los. Essa tendência está chegando também na América Latina.
Com o Estado à frente das organizações, as exigências na gestão aumentaram através da TI, com a implementação da NF-e, dos livros fiscais e contábeis eletrônicos. O mesmo acontece no setor privado. As multinacionais necessitam certificação com variadas regulamentações de qualidade, com total integração e excelência na gestão em todo seu processo produtivo, administrativo, financeiro, fiscal e de recursos humanos. Esta exigência está sendo levada a seus fornecedores como condição de continuarem sendo seus clientes.
Trata-se de um panorama próspero, porém desafiador e, levando a personalização do atendimento por parte das empresas fornecedoras de TI, que devem explicar para seus clientes quais são as alternativas que não estão enxergando. Dessa forma, é possível ter um foco maior na gestão e nos diferencias competitivos do cliente, além da própria tecnologia à ser aplicada.
O Futuro da TI está mudando o conceito para o Futuro da Gestão Estratégica nas Empresas Aplicadas à Tecnologia. Nas multinacionais, a figura do gerente de TI está desaparecendo ou se adequando à uma nova realidade mais estratégica, que deverá ser aplicada como diferencial tecnológico. Agora, o responsável pelo setor precisa ter em mente respostas que justifiquem as dúvidas de diretores e investidores:
Qual será o futuro e como os aplicativos da Internet afetarão os negócios e os mercados nos próximos cinco anos? Se adquirirmos empresas com outra base tecnológica, podemos atingir os resultados esperados? De que maneira as redes sociais afetarão os negócios no futuro? Como podemos nos diferenciar através dos recursos humanos e como as ferramentas e aplicativos tecnológicos nos ajudarão? Que impacto terão os nossos planos de crescimento? A capacidade produtiva, sem ser integrada aos sistemas de nossos fornecedores, poderá interferir em nossa estratégia? Não podemos dizer com certeza qual será o futuro da tecnologia, em detrimento, devemos estar preparados para a estratégia e para a gestão.
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