segunda-feira, 23 de abril de 2012
Marfrig vê início de 2012 "desafiador" no exteriorMarfrig vê início de 2012 "desafiador" no exteriorMarfrig vê início de 2012 "desafiador" no exteriorMarfrig vê início de 2012 "desafiador" no exterior
São Paulo - O início de 2012 é "desafiador" no cenário externo para a indústria de alimentos Marfrig, com reflexo inclusive para os preços, afirmaram nesta segunda-feira executivos da companhia que é a segunda maior exportadora de carne bovina, suína e de aves do Brasil
Quanto à tendência deste início de ano, ele é desafiador, existe uma redução nas atividades de exportação, principalmente nos meses de janeiro e de fevereiro, com reflexo também nos preços, que se encontravam mais baixos no começo do ano", disse o diretor de Relações com Investidores, Ricardo Florence, em teleconferência para comentar os resultados do ano passado, divulgados na véspera.
No entanto, ele destacou que a perspectiva "é de recuperação gradual ao longo do ano" no mercado externo. "Só lembrando que nós tivemos no ano passado, no primeiro e segundo tri, trimestres com margens relativamente baixas... Então, apesar dessa tendência, temos comparações não tão difíceis dentro desse processo", acrescentou.
As ações da Marfrig registravam alta no pregão desta segunda-feira, apesar de a companhia ter informado que teve prejuízo líquido de 138,6 milhões de reais no quarto trimestre de 2011, ante lucro no mesmo período de 2010.
Apesar de dificuldades na Europa e Oriente Médio, a companhia observa um crescimento na Ásia, com impulso da China.
"A gente tem crescido bastante com a demanda para a Ásia, com a nossa plataforma dando suporte para esse crescimento, crescemos bastante na Ásia e diminuímos Europa", disse o presidente do Marfrig, Marcos Molina.
O mercado interno, por outro lado, continuará forte.
"Mercado interno a gente acredita em uma tendência de crescimento, especialmente em pratos prontos, crescimento acelerado", disse o presidente-executivo da Seara Alimentos, divisão de aves, suínos e processados do grupo, David Alan Palfenier.
BRF
A companhia afirmou que aguarda um pronunciamento do órgão de defesa da concorrência do Brasil (Cade) sobre a troca de ativos realizada com a Brasil Foods, e que espera finalizar o negócio até 1o de junho.
"A absorção das plantas se daria de forma gradativa, ao longo dos meses subsequentes do terceiro trimestre", disse Florence. "A integração das plantas vai se dar em junho, julho e agosto, finaliza em agosto", completou Molina.
O acordo envolve a permuta dos seguintes ativos da Brasil Foods para a Marfrig: oito centros de distribuição; uma planta industrial de suínos em Carambeí, por meio de contrato de arrendamento; e a totalidade da participação acionária detida pela Sadia (64,57 por cento) na Excelsior Alimentos, além de marcas várias marcas pertencentes à BRF.
Empresa de Pesquisa, Tecnologia e Serviços da Universidade de Taubaté - EPTS
A Empresa de Pesquisa, Tecnologia e Serviços da Universidade de Taubaté (EPTS), empresa pública com personalidade jurídica de direito privado, foi criada pela Lei Municipal nº 1677/77, um ano após o reconhecimento da Universidade de Taubaté. Presta serviços para os vários segmentos das organizações públicas e ou privadas, na execução de projetos de Pesquisas, desenvolvimento científico e tecnológico, contando com os laboratórios didáticos da Unitau e dos seus profissionais docentes e técnicos.
A EPTS possui um laboratório de Análises de Águas e de Efluentes Líquidos, que atende a comunidade para a análise das águas nos parâmetros físico, químico e bacteriológico.
Especializou-se na elaboração de concursos públicos.
Objetivo
Exercer atividades industriais, comerciais, de produção e de prestação de serviços voltadas para o interesse da comunidade, sempre convergentes para o ensino e a pesquisa desenvolvidos pela UNITAU.
Diretor Executivo:
Prof. Sérgio Luiz Querido
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A tecnologia e a inovação são hoje elementos estratégicos fundamentais para as empresas superarem a complexidade e a incerteza decorrentes da crescente globalização da economia. Perante um contexto caracterizado por mudanças rápidas e descontínuas, assiste-se a uma verdadeira revolução tecnológica que tem arrastado o sistema econômico mundial para uma profunda reestruturação, como forma de enfrentar a crise aberta pela transição da sociedade industrial para a sociedade do conhecimento Na sociedade de hoje, onde mercado, produtos, serviços, processos produtivos, tecnologias e organizações estão sujeitos a freqüentes mudanças e a exigências cada vez maiores por sofisticação e personalização, a inovação e a tecnologia convertem-se em fontes essenciais para vantagens competitivas e sustentadas. Oferecem, assim, a base para desenvolvimento e o crescimento econômico e o aumento da competitividade empresarial. O êxito empresarial depende da capacidade da empresa de inovar, revigorando seu processo produtivo e colocando novos produtos e serviços no mercado, a um preço menor, com uma qualidade garantida e a uma velocidade maior do que seus concorrentes. Elas precisam atender simultaneamente a demandas por eficiência, preço, qualidade, flexibilidade e diferenciação. De fato, a aceleração do processo de inovação tem viabilizado a redução do tempo entre o surgimento da idéia e a sua viabilização comercial. Ocorre que, ao mesmo tempo em que aumenta o número e a velocidade de comercialização de novos produtos, serviços e processos produtivos, também evolui a abrangência da sua aplicação, realizada, em muitos casos, com verdadeiro alcance mundial. Neste sentido, o Sistema Sebrae, na sua história de 35 anos, vem desenvolvendo ações de apoio tecnológico às micro e pequenas empresas – MPE. A tecnologia e a inovação vêm ganhando nos últimos anos crescente status de fator chave de sucesso empresarial. Em paralelo com fatores econômicos, financeiros, ambientais, mercadológicos e comerciais, traçam e moldam o quadro competitivo da empresa. O aprimoramento contínuo das tecnologias de produção, comercialização e gestão são instrumentos fundamentais de competitividade pessoal e empresarial. Inovar hoje, não é apenas uma opção, mas um imperativo a qualquer empresa, de qualquer atividxxA tecnologia e a inovação são hoje elementos estratégicos fundamentais para as empresas superarem a complexidade e a incerteza decorrentes da crescente globalização da economia. Perante um contexto caracterizado por mudanças rápidas e descontínuas, assiste-se a uma verdadeira revolução tecnológica que tem arrastado o sistema econômico mundial para uma profunda reestruturação, como forma de enfrentar a crise aberta pela transição da sociedade industrial para a sociedade do conhecimento Na sociedade de hoje, onde mercado, produtos, serviços, processos produtivos, tecnologias e organizações estão sujeitos a freqüentes mudanças e a exigências cada vez maiores por sofisticação e personalização, a inovação e a tecnologia convertem-se em fontes essenciais para vantagens competitivas e sustentadas. Oferecem, assim, a base para desenvolvimento e o crescimento econômico e o aumento da competitividade empresarial. O êxito empresarial depende da capacidade da empresa de inovar, revigorando seu processo produtivo e colocando novos produtos e serviços no mercado, a um preço menor, com uma qualidade garantida e a uma velocidade maior do que seus concorrentes. Elas precisam atender simultaneamente a demandas por eficiência, preço, qualidade, flexibilidade e diferenciação. De fato, a aceleração do processo de inovação tem viabilizado a redução do tempo entre o surgimento da idéia e a sua viabilização comercial. Ocorre que, ao mesmo tempo em que aumenta o número e a velocidade de comercialização de novos produtos, serviços e processos produtivos, também evolui a abrangência da sua aplicação, realizada, em muitos casos, com verdadeiro alcance mundial. Neste sentido, o Sistema Sebrae, na sua história de 35 anos, vem desenvolvendo ações de apoio tecnológico às micro e pequenas empresas – MPE. A tecnologia e a inovação vêm ganhando nos últimos anos crescente status de fator chave de sucesso empresarial. Em paralelo com fatores econômicos, financeiros, ambientais, mercadológicos e comerciais, traçam e moldam o quadro competitivo da empresa. O aprimoramento contínuo das tecnologias de produção, comercialização e gestão são instrumentos fundamentais de competitividade pessoal e empresarial. Inovar hoje, não é apenas uma opção, mas um imperativo a qualquer empresa, de qualquer atividade econômica. É, pois, fundamental que estas estimulem a sua criatividade e organizem a sua capacidade inovativa. Tenho uma Empresa Tecnologia e Inovação
A tecnologia e a inovação são hoje elementos estratégicos fundamentais para as empresas superarem a complexidade e a incerteza decorrentes da crescente globalização da economia. Perante um contexto caracterizado por mudanças rápidas e descontínuas, assiste-se a uma verdadeira revolução tecnológica que tem arrastado o sistema econômico mundial para uma profunda reestruturação, como forma de enfrentar a crise aberta pela transição da sociedade industrial para a sociedade do conhecimento
Na sociedade de hoje, onde mercado, produtos, serviços, processos produtivos, tecnologias e organizações estão sujeitos a freqüentes mudanças e a exigências cada vez maiores por sofisticação e personalização, a inovação e a tecnologia convertem-se em fontes essenciais para vantagens competitivas e sustentadas. Oferecem, assim, a base para desenvolvimento e o crescimento econômico e o aumento da competitividade empresarial.
O êxito empresarial depende da capacidade da empresa de inovar, revigorando seu processo produtivo e colocando novos produtos e serviços no mercado, a um preço menor, com uma qualidade garantida e a uma velocidade maior do que seus concorrentes. Elas precisam atender simultaneamente a demandas por eficiência, preço, qualidade, flexibilidade e diferenciação.
De fato, a aceleração do processo de inovação tem viabilizado a redução do tempo entre o surgimento da idéia e a sua viabilização comercial. Ocorre que, ao mesmo tempo em que aumenta o número e a velocidade de comercialização de novos produtos, serviços e processos produtivos, também evolui a abrangência da sua aplicação, realizada, em muitos casos, com verdadeiro alcance mundial.
Neste sentido, o Sistema Sebrae, na sua história de 35 anos, vem desenvolvendo ações de apoio tecnológico às micro e pequenas empresas – MPE.
A tecnologia e a inovação vêm ganhando nos últimos anos crescente status de fator chave de sucesso empresarial. Em paralelo com fatores econômicos, financeiros, ambientais, mercadológicos e comerciais, traçam e moldam o quadro competitivo da empresa.
O aprimoramento contínuo das tecnologias de produção, comercialização e gestão são instrumentos fundamentais de competitividade pessoal e empresarial. Inovar hoje, não é apenas uma opção, mas um imperativo a qualquer empresa, de qualquer atividade econômica. É, pois, fundamental que estas estimulem a sua criatividade e organizem a sua capacidade inovativa.
Coca-Cola Brasil apresenta novos projetos de investimento no País ao presidente Lula
Presidente da empresa faz sua primeira visita ao presidente Lula e fala de investimentos de R$ 1,75 bilhão
• Empresa anuncia programa que une rede de clientes e parceiros para desenvolvimento sócio-econômico de comunidades de menor oportunidade
• Programa está alinhado com plataforma de sustentabilidade Viva Positivamente
O presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazúa, apresentou nesta quarta-feira, dia 24 de junho, em primeira mão ao presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, o programa Coletivo, em sua primeira visita desde que chegou ao país, em outubro passado. Trata-se de uma inovadora tecnologia de negócios desenvolvida pela empresa, envolvendo o estímulo ao empreendedorismo e formação de mão-de-obra treinada para o varejo. O objetivo é oferecer melhores perspectivas profissionais em comunidades com menor oportunidade, gerando desenvolvimento sócio-econômico.
O programa contempla a criação de unidades operacionais em conjunto com ONGs e outros parceiros, nas comunidades participantes. Cada unidade do Coletivo funcionará como um centro de formação e oportunidades, onde serão realizadas em um momento inicial, as atividades de capacitação de jovens para conquista do primeiro emprego e de estímulo ao empreendedorismo.
A expectativa do Sistema Coca-Cola Brasil com o programa é que 30% dos jovens capacitados conquistem imediatamente o primeiro emprego e pelo menos 10% desenvolvam o próprio negócio. Para isso, o programa Coletivo irá oferecer também opções de micro-crédito, através de parcerias no setor financeiro.
O programa está começando em cinco comunidades: Brasilândia, Paraisópolis e Ermelino Matarazzo, em São Paulo, e Piedade e Campina do Barreto, em Pernambuco. As inscrições tiveram início em maio e as aulas da capacitação em Varejo começarão em julho. A duração é de dois meses e, ao final, os alunos terão a oportunidade de aplicar os conhecimentos, elaborando planos de negócios para comércios locais. O encaminhamento para o mercado de trabalho será feito através da Coca-Cola Brasil e dos parceiros. A meta da empresa é criar 1,5 mil unidades do programa até 2012, atendendo ao todo mais de 1 milhão de jovens.
“A inovação do Coletivo está exatamente no fato de ele ser uma iniciativa de negócio que gera educação e desenvolvimento social, totalmente alinhado com a nossa plataforma de sustentabilidade Viva Positivamente. O desenvolvimento de empreendedores nas comunidades aumenta ainda mais a penetração dos nossos produtos entre consumidores das classes C e D, que formam a classe média emergente do País e que, por isto, representam grande potencial de crescimento”, explica o presidente da Coca-Cola Brasil, Xiemar Zarazua.
Investimentos
Ele também informou ao presidente Lula que os investimentos do Sistema Coca-Cola Brasil têm aumentado a cada ano para capturar as oportunidades geradas pelo crescimento do País. A empresa cresce ininterruptamente há vinte trimestres seguidos. Em 2009, a Coca-Cola Brasil está investindo cerca de R$ 1,75 bilhão no país, o que representa quase 17% a mais do que o investido no ano anterior. Um dos principais focos de investimento da empresa é a expansão da produção e construção de novas fábricas, visando seu crescimento sustentável. Este ano estão sendo inauguradas expansões de capacidade nas fábricas de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Marília, em São Paulo, Petrolina e Recife, em Pernambuco. No segundo semestre entrarão em operação duas novas fábricas: da Matte Leão, na Grande Curitiba, e de refrigerantes, em Maceió. “O Sistema Coca-Cola Brasil manteve o ritmo de investimentos, mesmo com o clima internacional de crise. A capacidade de crescimento do mercado de bebidas não-alcoólicas no País está longe da saturação, tanto no que diz respeito aos refrigerantes, que são um segmento maduro, quanto, claro, aos sucos, chás, bebidas à base de carboidrato e sais minerais, entre outros segmentos ainda incipientes. A melhor forma de capturar as oportunidades é continuar investindo no aumento da nossa capacidade. Temos sido recompensados com um crescimento continuado no Brasil, que no primeiro trimestre foi de 4%”, afirma Xiemar Zarazua.
Embalagens Sustentáveis
Outro tema da pauta com o presidente Lula foram os investimentos da Coca-Cola Brasil em novas tecnologias para continuar alavancando os índices de reciclagem de embalagens pós-consumo no País. No segundo semestre, o Sistema Coca-Cola Brasil já começará a usar embalagens PET novas feitas a partir de embalagem reciclada, através do sistema conhecido por Bottle to Bottle (“garrafa para garrafa”). A Coca-Cola Brasil trabalhou pela aprovação deste sistema no Mercosul, demonstrando a segurança da tecnologia e seu interesse em utilizá-la em larga escala. “Acreditamos muito nesta tecnologia, que já se mostrou exitosa no México, Estados Unidos e diversos países da Europa. Ao trazer a embalagem usada de volta para a cadeira produtiva, ela fecha o ciclo virtuoso da reciclagem de PET, que no Brasil já é de 53%, e ganhará, agora, um novo impulso para se aproximar ainda mais rápido dos índices já registrados em alumínio, de 96%, que colocam o Brasil como líder mundial”, explica Marco Simões, vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil.
Fábricas Verdes
O Presidente da Coca-Cola Brasil aproveitou também a oportunidade para convidar o presidente Lula para a inauguração da nova fábrica da Matte Leão, que está sendo totalmente construída dentro do conceito “verde”: os edifícios e os equipamentos dessa planta utilizarão com a máxima eficiência recursos naturais como ventilação, luminosidade, terreno e água, resultando em prédios inteligentes e sustentáveis com certificação do Green Building Council Brasil. A fábrica, localizada na Grande Curitiba, será inaugurada no segundo semestre. “As fábricas ‘verdes’ são a ponta mais visível de nosso compromisso com a sustentabilidade, que assumimos com a plataforma Viva Positivamente. O futuro pertence às pessoas e empresas que já entenderam que ser sustentável é uma equação ganhadora em três pontas – a econômica, a social e a ambiental. Viemos trazer ao presidente Lula a informação de como a Coca-Cola Brasil planeja seu presente com esta equação, assegurando um futuro melhor para a empresa, seus parceiros e a sociedade”, completa Marco Simões.
Sistema Coca-Cola Brasil
A Coca-Cola Brasil atua em sete segmentos do setor de bebidas não-alcoólicas – águas, chás, refrigerantes, sucos, energéticos, bebidas à base de carboidrato e sais minerais e lácteos, com uma linha de mais de 150 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria. O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola Brasil e 16 grupos fabricantes brasileiros, além da Leão Junior e Del Valle, emprega diretamente mais de 38 mil funcionários, gerando indiretamente cerca de 340 mil empregos.
Os investimentos do Sistema no Brasil somaram quase R$ 5 bilhões nos últimos cinco anos e agora, em 2009, será investido mais R$ 1,75 bilhão. A sustentabilidade é um compromisso da Coca-Cola Brasil e se reflete na forma como a empresa e seus fabricantes lidam com as pessoas e com o meio ambiente. O índice de uso de água da Coca-Cola Brasil, por exemplo, é um dos melhores do mundo. São 2,08 litros de água para cada litro de bebida produzido - menos da metade do volume utilizado 12 anos atrás. Na reciclagem, a Coca-Cola Brasil desenvolveu, através do Instituto Coca-Cola Brasil, um programa chamado “Reciclou, Ganhou” que, desde 1996, colabora para que o País seja um dos mais avançados na reciclagem de materiais. Hoje, 96% das latas de alumínio e 53% das garrafas PET são recicladas.
Para saber mais, visite os sites: www.institutococacola.org.br e www.cocacolabrasil.com.br.
ATENÇÃO: Fotos do encontro do Presidente da Coca-Cola Brasil com o presidente Lula estão disponíveis na sala de imprensa do site www.textual.com.br.
Junho/ 2009
Mais Informações:
Textual Serviços de Comunicação
Assessoria de Imprensa da Coca-Cola Brasil
http://www.textual.com.br
http://twitter.com/textualcomunica
Renata Bern – Institucional, Sustentabilidade e Responsabilidade Social
Tel.: (21) 3206-6228 / E-mail: renatabern@textual.com.br
Darcília Lima – Refrigerantes
Tel: (21) 3206-6220 / E-mail: darcilialima@textual.com.br
Catharina Rocha – Bebidas sem gás
Tel: (21) 3206-6206 / E-mail: catharina@textual.com.br
Rodrigo Mourão – Gerente
Tel: (21) 2559-1159 / E-mail: rmourao@coca-cola.com
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Foto apresentação Coletivo em Brasília ...
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
O Futuro da Tecnologia da Informação nas Empresas
A Tecnologia da informação evoluiu rapidamente e, em menos de três décadas, deixou de ser aplicada apenas pelas grandes multinacionais. Hoje, pequenas e médias empresas também possuem essa necessidade que se apresenta tão essencial quanto a própria energia elétrica. Na Europa ou nos EUA, por exemplo, quando se instala uma nova empresa, uma das prioridades é adquirir o ERP, o hardware e a estrutura de TI para comportá-los. Essa tendência está chegando também na América Latina.
Com o Estado à frente das organizações, as exigências na gestão aumentaram através da TI, com a implementação da NF-e, dos livros fiscais e contábeis eletrônicos. O mesmo acontece no setor privado. As multinacionais necessitam certificação com variadas regulamentações de qualidade, com total integração e excelência na gestão em todo seu processo produtivo, administrativo, financeiro, fiscal e de recursos humanos. Esta exigência está sendo levada a seus fornecedores como condição de continuarem sendo seus clientes.
Trata-se de um panorama próspero, porém desafiador e, levando a personalização do atendimento por parte das empresas fornecedoras de TI, que devem explicar para seus clientes quais são as alternativas que não estão enxergando. Dessa forma, é possível ter um foco maior na gestão e nos diferencias competitivos do cliente, além da própria tecnologia à ser aplicada.
O Futuro da TI está mudando o conceito para o Futuro da Gestão Estratégica nas Empresas Aplicadas à Tecnologia. Nas multinacionais, a figura do gerente de TI está desaparecendo ou se adequando à uma nova realidade mais estratégica, que deverá ser aplicada como diferencial tecnológico. Agora, o responsável pelo setor precisa ter em mente respostas que justifiquem as dúvidas de diretores e investidores:
Qual será o futuro e como os aplicativos da Internet afetarão os negócios e os mercados nos próximos cinco anos? Se adquirirmos empresas com outra base tecnológica, podemos atingir os resultados esperados? De que maneira as redes sociais afetarão os negócios no futuro? Como podemos nos diferenciar através dos recursos humanos e como as ferramentas e aplicativos tecnológicos nos ajudarão? Que impacto terão os nossos planos de crescimento? A capacidade produtiva, sem ser integrada aos sistemas de nossos fornecedores, poderá interferir em nossa estratégia? Não podemos dizer com certeza qual será o futuro da tecnologia, em detrimento, devemos estar preparados para a estratégia e para a gestão.
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Osvaldo Laugé
16:58 Tecnicon A Tecnologia da informação evoluiu rapidamente e, em menos de três décadas, deixou de ser aplicada apenas pelas grandes multinacionais. Hoje, pequenas e médias empresas também possuem essa necessidade que se apresenta tão essencial quanto a própria energia elétrica. Na Europa ou nos EUA, por exemplo, quando se instala uma nova empresa, uma das prioridades é adquirir o ERP, o hardware e a estrutura de TI para comportá-los. Essa tendência está chegando também na América Latina. Com o Estado à frente das organizações, as exigências na gestão aumentaram através da TI, com a implementação da NF-e, dos livros fiscais e contábeis eletrônicos. O mesmo acontece no setor privado. As multinacionais necessitam certificação com variadas regulamentações de qualidade, com total integração e excelência na gestão em todo seu processo produtivo, administrativo, financeiro, fiscal e de recursos humanos. Esta exigência está sendo levada a seus fornecedores como condição de continuarem sendo seus clientes. Trata-se de um panorama próspero, porém desafiador e, levando a personalização do atendimento por parte das empresas fornecedoras de TI, que devem explicar para seus clientes quais são as alternativas que não estão enxergando. Dessa forma, é possível ter um foco maior na gestão e nos diferencias competitivos do cliente, além da própria tecnologia à ser aplicada. O Futuro da TI está mudando o conceito para o Futuro da Gestão Estratégica nas Empresas Aplicadas à Tecnologia. Nas multinacionais, a figura do gerente de TI está desaparecendo ou se adequando à uma nova realidade mais estratégica, que deverá ser aplicada como diferencial tecnológico. Agora, o responsável pelo setor precisa ter em mente respostas que justifiquem as dúvidas de diretores e investidores: Qual será o futuro e como os aplicativos da Internet afetarão os negócios e os mercados nos próximos cinco anos? Se adquirirmos empresas com outra base tecnológica, podemos atingir os resultados esperados? De que maneira as redes sociais afetarão os negócios no futuro? Como podemos nos diferenciar através dos recursos humanos e como as ferramentas e aplicativos tecnológicos nos ajudarão? Que impacto terão os nossos planos de crescimento? A capacidade produtiva, sem ser integrada aos sistemas de nossos fornecedores, poderá interferir em nossa estratégia? Não podemos dizer com certeza qual será o futuro da tecnologia, em detrimento, devemos estar preparados para a estratégia e para a gestão.
A Tecnologia da informação evoluiu rapidamente e, em menos de três décadas, deixou de ser aplicada apenas pelas grandes multinacionais. Hoje, pequenas e médias empresas também possuem essa necessidade que se apresenta tão essencial quanto a própria energia elétrica. Na Europa ou nos EUA, por exemplo, quando se instala uma nova empresa, uma das prioridades é adquirir o ERP, o hardware e a estrutura de TI para comportá-los. Essa tendência está chegando também na América Latina.
Com o Estado à frente das organizações, as exigências na gestão aumentaram através da TI, com a implementação da NF-e, dos livros fiscais e contábeis eletrônicos. O mesmo acontece no setor privado. As multinacionais necessitam certificação com variadas regulamentações de qualidade, com total integração e excelência na gestão em todo seu processo produtivo, administrativo, financeiro, fiscal e de recursos humanos. Esta exigência está sendo levada a seus fornecedores como condição de continuarem sendo seus clientes.
Trata-se de um panorama próspero, porém desafiador e, levando a personalização do atendimento por parte das empresas fornecedoras de TI, que devem explicar para seus clientes quais são as alternativas que não estão enxergando. Dessa forma, é possível ter um foco maior na gestão e nos diferencias competitivos do cliente, além da própria tecnologia à ser aplicada.
O Futuro da TI está mudando o conceito para o Futuro da Gestão Estratégica nas Empresas Aplicadas à Tecnologia. Nas multinacionais, a figura do gerente de TI está desaparecendo ou se adequando à uma nova realidade mais estratégica, que deverá ser aplicada como diferencial tecnológico. Agora, o responsável pelo setor precisa ter em mente respostas que justifiquem as dúvidas de diretores e investidores:
Qual será o futuro e como os aplicativos da Internet afetarão os negócios e os mercados nos próximos cinco anos? Se adquirirmos empresas com outra base tecnológica, podemos atingir os resultados esperados? De que maneira as redes sociais afetarão os negócios no futuro? Como podemos nos diferenciar através dos recursos humanos e como as ferramentas e aplicativos tecnológicos nos ajudarão? Que impacto terão os nossos planos de crescimento? A capacidade produtiva, sem ser integrada aos sistemas de nossos fornecedores, poderá interferir em nossa estratégia? Não podemos dizer com certeza qual será o futuro da tecnologia, em detrimento, devemos estar preparados para a estratégia e para a gestão.
Introdução
As condições de gerenciamento da muitas das escolas públicas são precárias. Infra-estrutura deficiente, professores mal preparados, classes barulhentas. É difícil falar em gestão inovadora nessas condições. Mesmo reconhecendo essa dificuldade organizacional estrutural, a competência de um diretor de escola pode suprir boa parte das deficiências. Conheço alguns diretores notáveis na sua capacidade de liderar, de motivar, de encontrar soluções para driblar o orçamento precário. Em uma escola pública da periferia de São Paulo um diretor manteve nos últimos anos a mesma equipe de professores e funcionários, problema de difícil solução nas escolas – a grande mudança de professores de um ano para outro. Você sentia no contato com a equipe que havia liberdade, confiança e amizade. O incentivo do gestor para que os professores aprendessem, se aperfeiçoassem, inovassem era constante. O diretor procurava apoio econômico em pequenas empresas vizinhas à escola. Organizava festas com a Associação de Pais para arrecadar fundos para manter os computadores, a Internet, para melhorar a infra-estrutura. A escola estava aberta à comunidade com atividades de lazer e de aperfeiçoamento.[1]
Assim como em escolas com problemas sérios encontramos professores que conseguem comunicar-se de forma significativa com seus alunos e ajudá-los a aprender, também há gestores que superam as limitações organizacionais e contribuem para transformar a escola em um espaço criador, em uma comunidade de aprendizagem utilizando as tecnologias possíveis.
Tecnologia Tecnologias para ajudar as empresas a crescer e economizar - Parte II Segunda-feira, 16/03/2009 às 10h30, por Gilberto Sudré Tecla
Tecla
Neste artigo continuamos a avaliar mais algumas tecnologias que podem pode ser de grande ajuda para as pequenas e médias empresas economizarem nestes tempos "bicudos".
A agilidade nas respostas é uma exigência do mercado e umas das respostas para isto está na mobilidade. Para isto várias tecnologias estão disponíveis como os notebooks e smartphones conectados aos sistemas corporativos através da Internet por acessos 3G ou Wi-Fi. Isto pode economizar tempo de deslocamento ou aumentar a eficiência das equipes comerciais ou técnicas que são quase sempre enxutas.
O orçamento das áreas de TI em pequenas ou médias empresas já era apertado e agora ficou ainda menor. Nestes gastos a parcela de aplicativos e software sempre foi significativa. Uma boa alternativa é a adoção do Software Livre. Esta modalidade de aplicativos está madura e oferece soluções que atendem praticamente a totalidade das necessidades de um usuário normal, sem custo algum de aquisição.
Nesta área alguns aplicativos se destacam como as suítes de automação de escritório BrOffice.br (http://www.broffice.org/) e Google Docs (http://docs.google.com), o editor de imagem Gimp (http://www.gimp.org), o navegador Firefox (http://www.mozilla.com), o leitor de correio eletrônico Thunderbird (http://br.mozdev.org/thunderbird/) ou o Sistema Operacional GNU/Linux.
Outra tecnologia que pode ajudar a economizar é o trabalho remoto. Esta é uma opção de atividade cada vez mais usada atualmente por empresas. Com portais que facilitam a colaboração como o Wikispaces (http://www.wikispaces.com) já é possível trabalhar de forma colaborativa com uma equipe distribuída geograficamente.
Os custos de impressão podem ser um grande vilão das contas no final do mês e devem ser acompanhados de perto. As impressoras com tecnologia de jato de tinta são conhecidas por seu alto preço de impressão por cópia devido ao preço dos cartuchos e papel. Lembre-se de que as impressão coloridas custam muito mais caro do que a em preto e branco. Avalie pela quantidade de páginas impressas mensalmente qual o tipo de impressora (jato de tinta ou laser) ideal para sua empresa.
O valor gasto com as impressões pode ser reduzido utilizando a recarga de cartuchos e o papel reciclado ou rascunho nas impressões. Se a economia não bastar pense no meio ambiente antes de clicar no botão de imprimir. A natureza agradece.
Agora é usar as tecnologias de forma consciente para aumentar a eficiência e economiza
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